August 16, 2017

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Na música “Medo”, Lenine descreve brilhantemente as sensações que o medo causa e pode causar. De uma evitação em enfrentar uma situação difícil à total paralisação, o medo está sempre presente. Às vezes como bom protetor, mas muitas vezes, e na maioria dos casos das pessoas que buscam a ajuda de um psicólogo,ele aterroriza, distorce a percepção e diz: “Não, não vá” !

Sentir medo não é bom, mas em muitos momentos necessário. No entanto, se o alimentamos como a um bebê, logo, logo ele fica muito forte e bem nutrido. Diferentemente dos bebes, no entanto,  nem sempre a única  forma de alimentá-lo  é dar-lhe muita atenção. Podemos nutri-lo pensando repetidamente nele, dando-lhe todo o destaque do mundo, mas também fugindo. Fugir do medo, negá-lo e evitar vê-lo cara a cara, também o fazem crescer. Estranho não é? Mas é exatamente assim que acontece. É como fugir da nossa sombra. Ela fica ali, andando atrás de nós, até que a única maneira de não vê-la e evitando os lugares onde poderia surgir. E é assim  que se estruturam os transtornos de ansiedade e pânico: dando muito alimento ao medo e/ou fugindo dos lugares onde poderia surgir. Até que por fim o medo de sentir medo, torna-se o maior que o medo inicial.

Então, para trabalhar os medos é preciso, antes de tudo aceitá-los, identificá-los, nomeá-los e aos poucos, numa aproximação sucessiva diminuir a paralisia que causam. É preciso fazer despertar os momentos de coragem. Despertar o momento em que se olhe para a sombra e diga: “Você é apenas uma parte de mim; uma parte que reconheço e não mais me paralisa.”

As Metáforas Diárias StarJunto para “Medo e Ansiedade” seguem essa premissa. Enviam diariamente aos clientes metáforas visuais e escritas, que os coloca protegidamente em contato com o tema medo. A seqüência elaborada baseia-se nas principais  características psicológicas dos pessoas com ansiedade e fobias. As metáforas escritas e visuais utilizam a “linguagem terapêutica” da Terapia Ericksoniana e Psicologia Positiva. São metáforas que:

  • levam o cliente a refletir de uma nova maneira sobre seus medos

  • transformam o enfrentamento dos medos e da ansiedade em uma tarefa cotidiana, porém mais leve e não ameaçadora.

  • promovem insights e reflexões

  • auxiliam ao terapeuta na elaboração de  intervenções

  • fornecem ao terapeuta um amplo material a ser trabalhado no processo de mudança.

  • Colaboram para o sucesso do processo terapêutico.

 

Então, vamos lá? Vamos perder o medo que o medo dá?

 

 

 

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